Agenor Leandro de Sousa Filho e Krisley Aparecida de Oliveira

 

O ENSINO REMOTO EM TEMPOS DE PANDEMIA: Estratégias de atuação para o ensino de história na educação básica



O ano de 2020 foi marcado por inúmeras mudanças na sociedade brasileira, mudanças essas que foram causadas por elementos externos à população, ocasionando assim em transformações bruscas no mercado de trabalho em diversos segmentos, em especial, no seguimento de educação. Tais mudanças foram decorrentes da decretação de cenário de pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no dia 11 de março de 2020, pelo Novo Corona Vírus causador da COVID-19. Destaca-se que essas modificações tinham por objetivo promover o isolamento social em massa da população para mitigar os impactos da pandemia no cenário econômico, bem como também evitar o colapso dos sistemas de saúde locais.

 

Diante desse contexto, o setor de educação dos níveis básico ao superior, esferas pública e privada, viram-se obrigadas a adotar “novas” estratégias para continuar a promover suas atividades, bem como manter o contato entre docentes e discentes. Após uma série de medidas adotadas pelo Estado via edição de portarias, e resoluções dos Conselhos Nacional e Estaduais de Educação, as instituições de ensino passaram a desenvolver atividades remotas, fomentadas pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), disponibilizando aos discentes aulas no formato remoto, a fim de que estes não saíssem prejudicados em termos de aprendizado.

 

A modalidade de ensino remoto tornou a transposição didática realizada pelos docentes desafiadora, em especial, nas disciplinas cujo conteúdo possui cunho mais teórico, como é o caso da disciplina de História. Neste sentido, o presente estudo tem como meta responder o seguinte questionamento: Quais as ações que o docente pode realizar para tornar o ensino de História via TIC, mais dinâmico para os alunos? Para que tal questionamento fosse respondido a contento, este estudo de forma teórica, pretende:

 

Esquematizar metodologias de ensino que o professor pode adotar no processo de ensino/aprendizagem de conteúdo junto aos seus discentes, já de forma específica pretende-se destacar como o uso das TIC podem contribuir para um processo de democratização do ensino e debater como as tecnologias atuam como forma de aproximação e ao mesmo tempo de distanciamento entre docentes e estudantes.

 

Com característica exploratório descritiva, pretende-se proporcionar ao leitor, maior quantidade de informações sobre a temática proposta, e, por conseguinte gerar conhecimento. De cunho qualitativo, tem como procedimentos técnicos de pesquisa a bibliográfica e documental, para tanto foram consultados materiais com temática central voltada para: Metodologias de Ensino, Tecnologias de Informação e Comunicação em Educação, Ensino de História e Ensino remoto.

 

O isolamento social decorrente da pandemia de COVID-19 causada pelo novo Corona vírus, provocou mudanças significativas na sociedade brasileira. Setores como: Serviços, Indústrias, Construção Civil, Agronegócio, e o Educacional, por exemplo, tiveram que adotar um conjunto de medidas que garantissem a segurança de seu quadro de funcionários, e, consequentemente, uma tentativa de mitigação do número de infecções no país.

 

No setor educacional brasileiro, o primeiro documento normatizador que serviu de base legal para a adoção do regime remoto de ensino, foi a medida provisória nº: 934 de 1 de abril de 2020, posteriomente convertida em lei de número 14.040/2020, que dispõem de orientações excepcionais a serem adotadas pelos sistemas de ensino, dos níveis básico ao superior, enquanto perdurar o estado de emergência em saúde causado pela pandemia. Em razão disso, o documento em questão determina que:

 

“Art. 2º Os estabelecimentos de ensino de educação básica, observadas as diretrizes nacionais editadas pelo CNE, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as normas a serem editadas pelos respectivos sistemas de ensino, ficam dispensados, em caráter excepcional:

I – na educação infantil, da obrigatoriedade de observância do mínimo de dias de trabalho educacional e do cumprimento da carga horária mínima anual previstos no inciso II do caput do art. 31 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996;

II – no ensino fundamental e no ensino médio, da obrigatoriedade de observância do mínimo de dias de efetivo trabalho escolar, nos termos do inciso I do caput e do § 1º do art. 24 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, desde que cumprida a carga horária mínima anual estabelecida nos referidos dispositivos, sem prejuízo da qualidade do ensino e da garantia dos direitos e objetivos de aprendizagem, observado o disposto no § 3º deste artigo.

§ 1º A dispensa de que trata o caput deste artigo aplicar-se-á ao ano letivo afetado pelo estado de calamidade pública referido no art. 1º desta Lei.

§ 2º A reorganização do calendário escolar do ano letivo afetado pelo estado de calamidade pública referido no art. 1º desta Lei obedecerá aos princípios dispostos no art. 206 da Constituição Federal, notadamente a igualdade de condições para o acesso e a permanência nas escolas, e contará com a participação das comunidades escolares para sua definição.

[...]§ 4º A critério dos sistemas de ensino, no ano letivo afetado pelo estado de calamidade pública referido no art. 1º desta Lei, poderão ser desenvolvidas atividades pedagógicas não presenciais:

I – na educação infantil, de acordo com os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dessa etapa da educação básica e com as orientações pediátricas pertinentes quanto ao uso de tecnologias da informação e comunicação;

II – no ensino fundamental e no ensino médio, vinculadas aos conteúdos curriculares de cada etapa e modalidade, inclusive por meio do uso de tecnologias da informação e comunicação, cujo cômputo, para efeitos de integralização da carga horária mínima anual, obedecerá a critérios objetivos estabelecidos pelo CNE.

§ 5º Os sistemas de ensino que optarem por adotar atividades pedagógicas não presenciais como parte do cumprimento da carga horária anual deverão assegurar em suas normas que os alunos e os professores tenham acesso aos meios necessários para a realização dessas atividades.

§ 6º As diretrizes nacionais editadas pelo CNE e as normas dos sistemas de ensino, no que se refere a atividades pedagógicas não presenciais, considerarão as especificidades de cada faixa etária dos estudantes e de cada modalidade de ensino, em especial quanto à adequação da utilização de tecnologias da informação e comunicação, e a autonomia pedagógica das escolas assegurada pelos arts. 12 e 14 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996” (BRASIL, 2020, grifos do autor).

 

A edição de documento normatizador em conjunto com os pareceres emitidos pelo Conselho Nacional de Educação de números CNE/CP nº: 5 e 9/2020 possibilitaram que os sistemas de ensino definissem meios de atuação para o desenvolvimento das atividades de ensino remoto via TIC. Considera-se o uso das TIC para o desenvolvimento de atividades didáticas em sala de aula, como um instrumento inovador, dado o fato de que o emprego dessas ferramentas, indiretamente democratiza o acesso ao ensino. Porém, a transposição didática de conteúdos nesta modalidade de ensino é algo desafiador, pois é necessário que se estabeleça uma metodologia que vá de encontro com as necessidades informacionais do estudante, ou seja, um ensino com equidade, que torne a apresentação do conteúdo dinâmica, e que ao mesmo tempo instigue o discente a participar das aulas.

 

“[…] muitos professores tiveram que fazer adaptações às atividades docentes, por vezes fazendo uso da tecnologia para o ensino remoto, sem necessariamente ter a garantia de que os alunos, ou eles próprios, teriam tais ferramentas à disposição. Há que se destacar, ainda, que a formação docente, em geral, não contempla reflexões (aprofundadas) sobre o ensino não-presencial. Ainda, o contexto do ensino remoto parece intensificar as jornadas de professores que dividem seu tempo entre trabalho, família, casa e outras demandas. Finalmente, recortes de gênero, classe, raça, entre tantos outros reforçam um cenário complexo e estrutural de desigualdades que já fazia parte da realidade escolar [...]” (FARIAS, SILVA, 2020, p. 229).

 

A realidade complexa do sistema educacional brasileiro, torna a atuação docente desafiadora, isto porque, é necessário que este primeiramente tenha acesso as TIC, e, por conseguinte, passe por um processo de treinamento que possa auxiliá-lo sobre como transpor didaticamente os conteúdos da disciplina no ensino remoto. É importante ter em mente que no ensino remoto por ser mediado pelas TIC rompe as barreiras de espaço, proporcionando um distanciamento entre professor e aluno, fazendo com que este tenha maior dificuldade para perceber qual o comportamento do estudante sobre o conteúdo apresentado. Reforçando assim, a necessidade de se estabelecer metodologias de ensino que instiguem o estudante a participar das aulas, ou seja, metodologias que aos poucos possam tornar o estudante protagonista em seu processo de aprendizado.

 

Conforme aponta Circe Fernandes Bittencourt (2018) o ensino de história passou por diversas mudanças ao longo de sua trajetória escolar, o que, corroborando com o fato de que apesar de as TIC já existirem, todavia, não eram tão utilizadas como no formato adotado nesse momento de pandemia.

 

Ainda de acordo com Bittencourt, o ensino de história passa por uma ressignificação que envolve a mudança de postura entre a perspectiva mnemônica “sobre um passado criado para sedimentar uma origem branca e cristã, apresentada por uma sucessão cronológica de realizações de ‘grandes homens’” (2018, p. 127) para uma nova disciplina, com seus paradigmas metodológicos, que tentam incorporar uma multiplicidade de outros sujeitos construtores da nação, como é o caso do ensino de história da África e da cultura afro-brasileira, dos povos indígenas e das mulheres.

 

Sendo assim, se a própria metodologia do ensino de história vem passando por atualizações constantes em busca de melhor explicar e dar sentidos, o que já é considerado um desafio em aulas presenciais, no contexto do ensino remoto, este cenário que se coloca em relação ao ensino de história dentro da perspectiva semelhante à modalidade de educação à distância, torna a missão de ensinar ainda mais desafiadora.

 

Isléia Streit (2010), destaca que se o professor no decorrer de seu processo formativo, no curso de licenciatura, tiver contato com as vantagens e possibilidades que as TIC’s oferecem, ele certamente, em sua prática pedagógica, enquanto docente, posteriormente, terá maiores condições de estimular os alunos na construção de saberes em sala de aula, tornando esta aula mais dinâmica,  em relação não apenas em como utilizar as TIC’s em sala de aula, mas no conteúdo que está sendo ministrado.

 

De acordo com a autora, em uma pesquisa feita tendo como base geográfica a região Sul do país, onde é realizada uma investigação acerca das instituições de ensino superior da região que ofertam cursos de licenciatura em História na modalidade EaD, observou-se que nessas instituições é fomentada uma cultura do EaD nos gestores, professores, pesquisadores e alunado, o que contribui para propriciar novas e diversas práticas de ensino que são características dessa modalidade: “Dessa forma, as ações de Educação a Distância implementadas, devem criar o perfil docente e discente apto para ensinar e aprender com qualidade nesse desafiante cenário educacional ao qual estamos inseridos” (STREIT, 2010, p. 10).

 

Sendo assim, tomando como base o referido estudo para discussão sobre a implementação do EaD, podemos pensar de maneira crítica a relação entre o ensino de história, o contexto de pandemia e as TIC’s, uma vez que, o ensino à distância está regulamentado no Brasil desde o fim da década de 1990 e os esforços para que essa modalidade de ensino fosse cada vez mais difundida e que os professores possuíssem formação específica para lidar com esse modelo de ensino/aprendizagem já são antigos.

 

Todavia, apesar dessa modalidade de ensino não ser relativamente nova, é necessário ponderarmos que, a educação presencial, em todos os níveis, do básico ao superior, ainda é massiva. E por vezes, existe preconceito em relação ao EaD, com noções e perspectivas de que o ensino à distância não possui a mesma qualidade que o presencial.

 

Devemos levar em consideração ainda, que o momento de pandemia e medidas como as citadas inicialmente, não estão dentro de uma matriz fundamentada do EaD, mas sim dentro de um contexto de ensino remoto, não possuindo o mesmo planejamento do EAD. Portanto, o ensino remoto, nos moldes aos quais se faz presente, é uma adaptação da educação presencial para que professor e aluno não sejam prejudicados no decorrer do ano letivo. Porém, é importante observar que pelo fato de vivermos em uma sociedade marcada pela forte desigualdade social, nem todos indivíduos possuem acesso as TIC’s, e, por conseguinte, acesso à internet. Fato este que torna a imposição do ensino na modalidade remota mesmo em tempos críticos para a Educação algo restritivo, pois desta forma o acesso à educação acaba sendo destinado apenas para quem possui acesso as TIC’s e à internet indo contra um dos preceitos da Constituição Federal de 1988 que é o de equidade no acesso à educação.

 

É certo que muitas instituições de ensino, principalmente as da rede privada, já conseguiram se adaptar melhor e preparar seu corpo docente para tais atividades, todavia, não é o que ocorre na maior parte do país. De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas, onde foram ouvidos professores(as) da educação básica de todas as 27 unidades da federação entre abril e maio de 2020, 65% dos entrevistados afirmam que o trabalho pedagógico aumentou ou mudou, principalmente envolvendo interfaces e ferramentas digitais.

 

Em meio ao contexto pandêmico, é fundamental ressaltar o papel do professor enquanto agente de transmissão de informações, e, por conseguinte de auxíliador ao estudante na construção de conhecimento. Não sendo aquele que detém todas as respostas ou a “verdade absoluta”, mas um agente que precisa, de antemão, se antecipar e preparar pressupostos e dinâmicas de ensino/aprendizagem que deverão fomentar a aula no sentido de trazer dinamicidade e interesse dos alunos.

 

Para isso, no ensino de História, podemos destacar ferramentas que podem ser úteis, algumas que já eram exploradas no ensino no presencial, como é o caso da utilização de filmes em sala, para tratar de temas históricos e marcantes. Com ferramentas como o Google Meet, plataforma que está sendo amplamente utilizada em reuniões e encontros síncronos, por permitir a transmissão de vídeos e áudios em alta qualidade, quando utiliza-se a aba “Uma guia do Chrome”. Ou até mesmo utilizar o aplicativo Rave, disponibilizado para aparelhos celulares, que propicia a projeção de filmes em tempo real, em salas, com possibilidade de debate e interação.

 

O Look História é um aplicativo que pode auxiliar os alunos para retirarem dúvidas para além das aulas, nele os alunos encontram pequenos vídeos explicativos, que dividem os períodos históricos permitindo ao estudante consultar aquele que tiver interesse. Outro aplicativo também gratuito e muito interessante é o Presidentes do Brasil, que disponibiliza informações sobre todos os presidentes que o país já teve, anos de mandato e as principais características do governo.

 

Outra ferramenta que vem sendo utilizada e pode dinamizar as aulas em relação as atividades propostas pelo docente é o Kahoot, que permite o professor criar seu próprio quiz em forma de jogo para que os alunos possam se divertir e, ao mesmo tempo, fixar o conteúdo ministrado em aula, a ferramenta pode ser utilizada pelo  docente em uma aula síncrona, ou, de maneira assíncrona.

 

Seguindo essa mesma linha de ferramentas utilizadas para a verificação de aprendizagem, temos o App Prova, que contém diversas provas do Enem e de vestibulares de todo o país. Nele o estudante pode realizar testes, ver como está seu desempenho diante dos demais concorrentes e, ainda oferece uma análise acerca dos conteúdos que ele deverá ser estudar mais.

 

Uma maneira de diversificar o ensino/aprendizagem na disciplina de História também, é utilizar as visitas guiadas aos locais patrimoniais, culturais e turísticos do contexto local ou regional, apresentando aos estudantes a experiência do conhecimento da história dos locais aos quais estão inseridos. Pode-se, por exemplo, passar os links dos museus para que os estudantes conheçam as instalações, mostras e etc., inúmeros museus disponibilizaram tours on-line em 360º, sendo possível escolher o cômodo e visualizar os objetos presentes. Em relação ao ensino regional, também há a possibilidade do uso de imagens históricas dos locais importantes nas cidades, disponibilizadas em acervos públicos on-line e a comparação dos espaços atualmente, para instigar os alunos a pensarem a questão espacial e a modernização.

 

Há outras ferramentas gratuitas que auxiliam o docente no processo de preparação e disponibilização das aulas, como a ferramenta Google Meet, para as aulas síncronas. O Google Classroom (ou, Google Sala de Aula) que possibilita a disponibilização de matérias como textos, arquivos com slides, vídeos e etc., permitindo também que o estudante responda e poste atividades, facilitando a organização do professor. O Google Forms (ou, Google Fomulários) que permite a criação de formulários, com possibilidade de perguntas com múltipla escolha, escolha única e também respostas dissertativas.

 

Outra ferramenta que auxilia na organização e no preparo das aulas, bem como no processo comunicativo é o ClassDojo, que possibilita a comunicação entre professores, alunos, pais e gestores escolares. Nele o professor pode criar comunidades com os alunos e registrar os bons momentos deles em sala de aula, compartilhando essas experiências com os pais.

 

O que pode também ser utilizado tanto no auxílio para a comunicação mais rápida com os alunos, quanto para encaminhar atividades, textos e vídeos não tão longos, é o WhatsApp. A criação de grupos das turmas, seja com os alunos, seja com os responsáveis, dinamiza a ação comunicativa entre docente e discente permitindo melhor interação.

 

Sendo assim, existem ferramentas, desde as mais simples e popularizadas para o uso em outras ocasiões, até as especializadas, que podem auxiliar o professor nesse novo processo de ensino/aprendizagem, lembrando, claro, como já exposto ao início do texto, que a educação está sempre em movimento e é necessário que as práticas pedagógicas sejam sempre atualizadas. E ponderando também que nesse contexto de pandemia, com inúmeras dificuldades tanto para os alunos quanto para os professores, desde o acesso a redes de internet de qualidade até o processo de capacitação dos profissionais da educação, esse modelo de aulas remotas se coloca enquanto um desafio a ser superado. Ou, se não superado, ao menos analisado com maior atenção e cuidado, para que estudantes e professores não adoeçam na tentativa de alcançar um padrão que ainda não está bem-posto no horizonte da educação.

 

Referências biográficas

Agenor Leandro de Sousa Filho, Mestre em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Cariri (UFCA), Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), graduando em Licenciatura em História pela Universidade de Taubaté (Unitau) e em Ciências Sociais pela Universidade Regional do Cariri (URCA).

 

Mestra Krisley Aparecida de Oliveira, Professora de História da Universidade Estadual de Goiás – Campus Sudoeste (UEG), Doutoranda em História pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Mestra em História pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Especialista em História e Narrativas Audiovisuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e licenciada/bacharela em História pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

 

Referência bibliográficas

BITTENCOURT, Circe Fernandes. Reflexões sobre o ensino de História. Estudos Avançados, São Paulo, v. 32, n. 93, p. 127-149, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ea/v32n93/0103-4014-ea-32-93-0127.pdf Acesso em: 20 fev. 2021

 

BRASIL, Lei 14.040 de 18 de Agosto de 2020. Estabelece normas educacionais excepcionais a serem adotadas durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020; e altera a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009. Brasília: Presidência da República, 2020. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.040-de-18-de-agosto-de-2020-272981525 Acesso em: 23 fev. 2021

 

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer CNE/CP Nº:5/2020. Reorganização do Calendário Escolar e da possibilidade de cômputo de atividades não presenciais para fins de cumprimento da carga horária mínima anual, em razão da Pandemia da COVID-19. Brasília, DF: Conselho Nacional de Educação, 2020. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=14511-pcp005-20&category_slud=marco-2020-pdf&Itemid=30192 Acesso em: 22 fev. 2021

 

BRASIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Parecer CNE/CP Nº:9/2020. Reexame do Parecer CNE/CP nº 5/2020, que tratou da reorganização do Calendário Escolar e da possibilidade de cômputo de atividades não presenciais para fins de cumprimento da carga horária mínima anual, em razão da Pandemia da COVID-19. Brasília, DF: Conselho Nacional de Educação, 2020. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=147041-pcp009-20&category_slug=junho-2020-pdf&Itemid=30192 Acesso em: 22 fev. 2021

 

FARIAS, P. F.; SILVA, L. Ensino em tempos críticos: a criação de um podcast para a promoção do diálogo crítico docente no contexto da pandemia de COVID-19. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento. Curitiba, v. 3, n. 2, p. 229-233, 2020. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/atoz/article/download/76147/42602 Acesso em: 12 fev. 2021

 

STREIT, Isléia Rössler. A formação do professor de história e as tecnologias da informação e da comunicação (TICS). In: X ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA: O BRASIL NO SUL, CRUZANDO FRONTEIRAS ENTRE O NACIONAL E O REGIONAL. 2010, Santa Maria – RS. Anais eletrônicos do Encontro Estadual de História. Disponível em: http://www.eeh2010.anpuh-rs.org.br/resources/anais/9/1279112989_ARQUIVO_artigoXencontrodehistoria.pdf Acesso em: 22 fev. 2021.

 

Villas Bôas, Lúcia; Unbehaum, Sandra. Educação escolar em tempos de pandemia. Fundação Carlos Chagas, 2020. Disponível em: https://www.fcc.org.br/fcc/wp-content/uploads/2020/06/educacao-pandemia-a4_16-06_final.pdf Acesso em: 22 fev. 2021.